Como é esse amor virtual , sem ter o ser?
Apenas lúdicos momentos de insensatez,
onde a espera abriga chips metafóricos,
e o coração acompanha o som do teclado, sem parar?...
Será que os poetas antigos imaginariam que um dia existisse
essa força analgésica vinda de cabos luzidíos,
e transmitida por fibras óticas;
onde a luz conduz nossos pensamentos coloridos de amor,
e expressos por palavras sem sentido jamais ditas?
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