Imagino-a nua, toda minha, toda sua, separada da Terra apenas pela Lua... penso-a linda, penso-a amor, mas perco-me no infinito do tempo e espero sua chegada ................vontade de fazer nada... sensação de desmaio... na cama eu caio; brilha o anti- brilho do sol da meia noite...... ruge lá fora a tempestade... transformo meu medo em poesia; poesia da chuva... poesia do vento... e dos clarões da noite... .......minha alma deseja percorrer os caminhos das estrelas e dos céus e sente a falta do doce aroma do amor....por causa dessa solidão que me desatina e que me alucina sinto vero ódio da vida que levo e navego à deriva, à sua espera...
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